A partir de quando depois do parto? +
É a pergunta mais feita e tem de estar respondida com clareza, remetendo para a alta médica. Respondê-la traz a inscrição em vez de uma busca num fórum.
Isto é trabalho abdominal? +
Não é, e dizê-lo poupa tempo aos dois lados. Quem procura abdominais à vista enganou-se na porta; quem quer trabalhar pavimento pélvico e postura está no sítio certo.
Grupo ou sessão individual? +
Os dois, apresentados em separado. O individual impõe-se com sintomas e no início; o grupo mantém o ritmo depois — e essa distinção justifica a diferença de preço.
Isto é só para mulheres depois do parto? +
Não, e essa ideia custa-lhe metade dos clientes possíveis. Homens com dores nas costas, pessoas operadas ao abdómen e atletas que querem um tronco mais firme cabem igualmente. Um parágrafo ou uma página para esses públicos faz nascer pedidos que de outra forma não existiriam, porque ninguém se sente visado.
Funciona à distância? +
Para a continuação sim, para o início dificilmente. A respiração e a postura têm de ser corrigidas uma vez, e isso passa mal por ecrã. Um modelo honesto, as primeiras sessões presenciais e depois acompanhamento à distância, vende-se melhor do que a promessa de fazer tudo em casa e chega a quem mora longe.
É preciso declaração médica? +
Na maioria dos casos não, mas a pergunta aparece em quase todos os pedidos, porque muita gente chega depois de uma operação ou com queixas. Escreva em que situações pede parecer do médico ou da parteira, a partir de quando se pode começar depois de uma cesariana e quando manda alguém de volta. Isso dá confiança e protege-o.
O que pode estar escrito no site de uma clínica? +
Descrever sim, prometer não: a informação tem de ser rigorosa, sem comparações nem promessas de resultado. Explicar com sobriedade como decorre, quanto demora e quanto custa é permitido — e é o que se procura.
Vale a pena permitir marcação online? +
Vale, e quem mais ganha é a receção. Quem marca sozinho e pode remarcar num clique não telefona, e aparece mais vezes porque o lembrete sai automaticamente.
Um formulário pode pedir o motivo da consulta? +
Com consentimento explícito e envio cifrado. Caso contrário, pergunta-se o motivo ao telefone e não no site.
O site fica em conformidade com a proteção de dados? +
Sim: consentimento antes de enviar, alojamento na União Europeia e nada de dados clínicos no formulário. Pedir o motivo da consulta em texto livre é o limite razoável.
E a política de privacidade? +
Faz parte do trabalho, tal como um aviso de cookies que só carrega o necessário. Tratamos das duas coisas em vez de as deixar à sua responsabilidade.
E se não tiver fotografias? +
Trabalhamos com o que existe e dizemos com franqueza quando uma sessão rende mais do que qualquer banco de imagens. Em estúdios de hipopressivos, as fotografias próprias são muitas vezes o melhor argumento.
De quem é o site no fim? +
Seu. Domínio, conteúdos e acessos ficam em seu nome, para não ter de pedir autorização a ninguém no dia em que quiser mudar alguma coisa.
O meu site vai aparecer no Google? +
Sim. Otimizamos o seu site desde o início para o Google, para que os clientes o encontrem. Para os primeiros lugares em pesquisas concorridas, um SEO específico completa o trabalho.