Os resultados contam-se com números e com turmas, não com adjetivos: taxa de aprovação, quantos alunos por grupo, o que acontece ao aluno a seguir.
Duas pessoas leem a mesma página e não são a mesma: quem paga e quem assiste. A página tem de responder às perguntas práticas da primeira — custo, calendário, como se chega lá — sem aborrecer a segunda.
O percurso e os horários são argumentos de venda: quem leva o filho conta em minutos e em ligações de transporte. Isso tem de estar à vista em cada página de oferta.
O que se compra é o depois: que saídas dá, que empresas contratam, o que faz quem terminou o curso no ano passado. Dito com nomes e números, transforma uma visita numa candidatura.
No seu setor, a primeira impressão decide, e hoje joga-se online. Um site profissional para escolas de espanhol cria a confiança que transforma um curioso em cliente.