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Criação de site para agências de comunicação de crise

Nas primeiras horas, não dizer nada também é uma mensagem : e normalmente a pior.

Em resumo: criação de site para agências de comunicação de crise

  • As fotografias próprias ganham a qualquer banco de imagens; onde faltam, dizemo-lo em vez de as substituir.
  • Os textos escrevemo-los depois de uma conversa sobre o seu trabalho — uma hora do seu tempo, e é a parte que vende.
  • Não uma montra, uma ferramenta: capta pedidos, marca sessões e traz-lhe clientes.
  • Domínio e alojamento dizem-se à partida; o resto é opcional e decide quem trata disso.

Quem procura um escritório raramente compara preços: procura alguém a quem confiar um problema. O site tem, por isso, menos de vender e mais de tranquilizar — competências claras, casos reais e uma primeira reunião a dois cliques.

Os honorários são a pergunta que não se faz. Explicar como se fatura e quanto custa uma primeira reunião faz perder os pedidos que nunca iam avançar e ganhar os que chegam preparados.

A maioria dos pedidos chega à noite e ao fim de semana, quando ninguém atende. Um formulário que peça as três informações necessárias para avaliar o caso vale mais do que um número no topo da página.

Quem trata do processo conta tanto como o escritório. Dizer o nome de quem vai acompanhar, com que formação e quantos casos como aquele já levou, vale mais do que uma página inteira sobre a história da casa.

A maioria dos visitantes chega pelo telemóvel e decide em segundos. Desenhamos o seu site para que carregue depressa em todos os ecrãs e leve direto ao contacto — é aí que se ganham clientes.

Não só um site, uma ferramenta

Mais do que um site bonito: uma ferramenta com pedido de contacto online que o próprio gere a partir de um painel simples — conteúdos, preços e marcações, sem conhecimentos técnicos e sem depender de ninguém.

O que o seu site inclui

A primeira hora

Silêncio, factos, e ritmo.

O porta-voz

Um só, preparado, e disponível.

As redes

Responder, ou alimentar.

Com o jurídico

O que não se pode dizer.

Como trabalhamos para agências de comunicação de crise, passo a passo

  1. 1

    Descoberta e objetivos

    Compreendemos a sua agência de comunicação de crise, os seus clientes e o que o site deve alcançar.

  2. 2

    Estrutura e conteúdos

    Escrevemos na sua linguagem e não em linguagem de publicidade, e cortamos tudo o que ninguém lê.

  3. 3

    Design e desenvolvimento

    Criamos um site rápido e móvel com pedido de contacto online — cuidado e fiel à sua marca.

  4. 4

    Publicação e otimização

    Redirecionamos com cuidado os endereços antigos, para não perder o que já está posicionado.

Perguntas frequentes sobre criação de site para agências de comunicação de crise

O que dizer no início? +

Reconhecimento dos factos conhecidos, do que ainda se desconhece e do que está a ser feito, com prazo para nova informação. Esperar por certezas absolutas deixa a narrativa a outros.

Quem fala? +

Porta-voz único, preparado antes da crise, com autoridade para decidir e disponível para os jornalistas. Várias vozes descoordenadas criam contradições que passam a ser a notícia.

Responder a tudo nas redes? +

Critério para responder, mensagens que não se alimentam e canais privados para casos individuais. Discutir em comentários prolonga o ciclo da crise.

E o que diz o advogado? +

Articulação entre a mensagem pública e os riscos processuais, sem transformar a comunicação num comunicado incompreensível. As duas equipas têm de trabalhar na mesma sala.

Como se ganham clientes pelo site? +

Pelo motivo, não pela apresentação do escritório. Quem explica como decorre o processo, a ordem de grandeza dos honorários e os prazos é encontrado — e chega à primeira reunião já com crédito.

Em quanto tempo é preciso responder? +

No próprio dia. Quem compara escreve a vários e fica com o primeiro que responde, não com o que responde melhor.

É preciso publicar as menções obrigatórias? +

Número de inscrição na ordem, seguro e entidade de resolução de conflitos: são obrigatórias e, já agora, tranquilizam.

O formulário pode receber documentos? +

Sim, com limite de tamanho e aviso de confidencialidade. Recebe-se a carta ou a notificação logo à partida, o que evita a troca de emails antes da primeira reunião.

Quanto tempo até à publicação? +

Geralmente algumas semanas, consoante a dimensão. Depois de uma breve conversa sobre agências de comunicação de crise, planeamos as páginas e vê depressa uma primeira maqueta. Mantemo-lo informado em cada etapa.

E se não tiver fotografias? +

Trabalhamos com o que existe e dizemos com franqueza quando uma sessão rende mais do que qualquer banco de imagens. Em agências de comunicação de crise, as fotografias próprias são muitas vezes o melhor argumento.

Quanto custa um site para agências de comunicação de crise? +

Trabalhamos a preço fixo após uma conversa gratuita sobre o seu setor e os seus objetivos. Sem jargão, sem surpresas — sabe exatamente o que paga e porquê.

Posso atualizar o site eu mesmo? +

Sim. A partir de um painel simples, altera conteúdos, preços e fotos, sem conhecimentos técnicos — não depende de ninguém.

Precisa também de SEO ou de um software de gestão para a sua agência de comunicação de crise?
Trabalhos reais

Sites nossos que já estão a funcionar

Por respeito pelos nossos clientes, mostramos cada projeto pelo setor e pela cidade, sem nomes.

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Muito mais do que um site

Não é só o seu site. O painel do seu negócio.

Com a TePublico não fica apenas com um site bonito: fica com um sistema para ganhar, servir e fidelizar clientes — tudo num só painel, sem andar a saltar entre dez ferramentas.

Clientes (CRM)

Cada pedido que entra pelo site fica no painel, com notas e seguimento. Não se perde nada.

Agenda e marcações

Agenda online com lembretes automáticos. Os clientes marcam sozinhos e o dia enche-se à vista.

Email marketing

Listas e campanhas próprias para fazer voltar e voltar a vender, sem ferramentas externas pagas.

Assistente com IA

Um chat que responde a qualquer hora e capta interessados — e passa-os para o CRM.

Análise clara

Quantos entram e de onde vêm, sem termos técnicos nem cookies incomodativas. Decisões com números.

Tudo com a sua marca, no mesmo sítio.

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