O cliente conhece os seus números e quer saber em que alavancas mexe: custo de publicidade, posicionamento interno, conteúdo, devoluções. Nomear as alavancas em vez de prometer full service é o que traz o pedido.
Os casos com números são a única prova que conta: ponto de partida, período, o que se mudou, evolução da faturação e do custo de publicidade. Anonimizados chegam perfeitamente.
A Amazon não é o único marketplace, e isso é argumento. Cobrir outras plataformas fala com marcas que querem reduzir a dependência de um só canal.
Quem faz as imagens e o conteúdo A+ decide metade do resultado e quase nunca consta do orçamento. Se a fotografia, o grafismo e o texto ficam consigo ou com o fabricante, quantas variantes por referência, quem guarda os direitos e quanto custa refazer tudo quando a embalagem muda. Sem estas linhas, uma agência é comparada pelo preço à hora em vez do que entrega.
As avaliações são o terreno onde se cometem mais erros, e um parágrafo sobre isso transmite mais confiança do que qualquer estudo de caso. O que é permitido — o pedido pelo programa oficial, um cartão sem contrapartida —, o que leva à suspensão, e o que faz quando uma marca concorrente coloca avaliações negativas de propósito. Um fabricante já suspenso uma vez procura exatamente este parágrafo.
A proteção da marca é o assunto que tira o sono aos fabricantes: vendedores alheios na sua própria ficha, contrafações, um preço que ninguém autorizou. O que o registo da marca permite fazer, como se apresenta uma queixa, quanto tempo demora e que casos não têm saída. Explicá-lo sem dramatismo traz-lhe marcas que já perderam dinheiro.