As pessoas já não pedem recomendações como antes: procuram um produtor de farinhas no Google e confiam no que encontram. Se não está lá, para muitos clientes é como se não existisse.
As pesquisas que dão encomenda trazem a origem: a denominação, a variedade, o método, o tamanho da caixa. São pesquisas pequenas, feitas por quem já sabe o que quer e só está a escolher a quem comprar.
Há um pico fixo — cabazes, a época do produto, a prenda — e tem de estar indexado meses antes. Em dezembro já não há tempo para posicionar seja o que for.
A pesquisa evolui: rich results, respostas diretas e motores de pesquisa com IA passam a contar. Preparamos o seu site para aí aparecer — com conteúdos bem estruturados que as máquinas compreendem e citam.