A hora é a procura. «Ao meio-dia», «duas vezes por dia» e «depois do trabalho» são as palavras reais, porque o problema é uma janela horária e não um cão.
O nome da rua ganha ao da cidade. Quem procura um passeador quer alguém do próprio bairro, e os bairros no texto trazem pedidos que uma página de cidade nunca recebe.
As férias criam uma segunda procura, completamente diferente. «Cuidar do cão nas férias» escreve-se semanas antes e não tem nada que ver com o passeio diário.
A confiança é a razão por trás da procura. «Passeador de cães opiniões» e «como funciona a entrega da chave» aparecem antes de qualquer reserva e quase nunca têm resposta.
O cão difícil é um nicho livre. Cães reativos ou medrosos fazem os donos procurar de forma explícita, porque já houve dois serviços que disseram que não.
O preço procura-se de forma explícita. «Quanto custa passear o cão» sem resposta manda a pessoa para a página seguinte, e um número escrito prende-a aqui.