As pessoas já não pedem recomendações como antes: procuram uma loja esotérica no Google e confiam no que encontram. Se não está lá, para muitos clientes é como se não existisse.
As pesquisas de loja trazem uma marca, um modelo e um «perto de mim» ou «aberto agora». São precisamente as pesquisas que um marketplace não consegue ocupar, porque a resposta depende de estar aqui e de ter em stock.
Horários, disponibilidade e o perfil de empresa no Google fazem mais por estas pesquisas do que qualquer página inicial nova. O papel do site é alimentá-los com dados certos, não impressionar.
O comércio tem duas épocas sobrepostas: a do produto e a da cidade. Conte para trás a partir do dia em que a caixa tem de tocar e tire três meses para a indexação.
A página de categoria raramente se posiciona; a do produto sim. Páginas próprias com marca, modelo e tamanho apanham as pesquisas com intenção de compra, e são essas que compensa manter atualizadas.
A pesquisa evolui: rich results, respostas diretas e motores de pesquisa com IA passam a contar. Preparamos o seu site para aí aparecer — com conteúdos bem estruturados que as máquinas compreendem e citam.