As pessoas já não pedem recomendações como antes: procuram um gabinete de engenharia agronómica no Google e confiam no que encontram. Se não está lá, para muitos clientes é como se não existisse.
Ninguém procura o nome da profissão: procura o problema — uma carta das Finanças, se uma despesa é dedutível, quanto tempo demora uma reclamação. São pesquisas de pouco volume e intenção altíssima, e quem responde com clareza é quem recebe o telefonema.
Nestas pesquisas o concorrente não é o escritório da rua ao lado, são os grandes portais nacionais. Ganha-se-lhes com as duas coisas que eles não têm: a ligação ao território e uma resposta escrita por quem faz mesmo o trabalho.
Cada vez mais pessoas pedem uma recomendação ao ChatGPT e aos assistentes de IA em vez de percorrer o Google. Estruturamos os seus conteúdos para que essas ferramentas compreendam o que faz e citem o seu nome quando lho pedem.