As pessoas já não pedem recomendações como antes: procuram uma empresa de home staging no Google e confiam no que encontram. Se não está lá, para muitos clientes é como se não existisse.
Há duas pesquisas e só uma se ganha. Os anúncios são dos portais; quanto vale a minha casa, não — e é precisamente essa pesquisa que traz angariações em vez de visitas.
Conteúdo à escala do bairro — preço por metro quadrado, escolas, transportes, quanto tempo demora a vender — posiciona-se onde uma página de anúncios genérica não consegue, e é o que convence um proprietário de que conhece a rua dele.
A pesquisa de avaliação converte em semanas; as páginas de bairro demoram um ano a amadurecer. São precisas as duas: uma paga agora, a outra continua colocada quando o mercado vira.
As páginas de anúncio quase não se posicionam e desaparecem quando o imóvel é vendido. O que aguenta é o registo do que já vendeu: a rua, o tempo até à escritura, o valor pedido contra o valor final — prova que responde à pergunta que o vendedor não faz.
Cada vez mais pessoas pedem uma recomendação ao ChatGPT e aos assistentes de IA em vez de percorrer o Google. Estruturamos os seus conteúdos para que essas ferramentas compreendam o que faz e citem o seu nome quando lho pedem.